sábado, 3 de outubro de 2009

Substância activa que existe na ‘cannabis’ combate esquizofrenia

Um estudo apresentado em Inglaterra prova que a frase “o consumo de cannabis faz mal ao cérebro” é apenas meia verdade. Depois de analisarem os efeitos daquela que é a droga ilícita mais consumida em todo o mundo, uma equipa de investigadores concluiu que existem duas substâncias na erva e no haxixe que têm efeitos contrários. Se uma reduz a actividade de uma zona do cérebro responsável pela sanidade mental, a outra é uma arma poderosa no combate a doenças mentais como a esquizofrenia.
Apesar de a cannabis ser a droga de eleição de muitos consumidores, os efeitos da sua utilização a longo prazo são pouco conhecidos. Certo é que as autoridades de saúde em países como a Inglaterra têm sido confrontadas com um aumento de casos de pessoas que desenvolvem doenças psiquiátricas na sequência do consumo desta substância. Mas um estudo da Universidade de Colónia, na Alemanha, veio desvendar parte do mistério.
Pesquisas recentes mostram que a substância activa da cannabis, e aquela que é responsável pela maioria dos seus efeitos psicotrópicos - a tetrahidrocannabinol (THC) - provoca sintomas de esquizofrenia em alguns dos seus utilizadores. Contudo, os investigadores alemães foram analisar outra substância que também integra a composição da droga, a cannabidiol (CBD), e administraram-na a 42 esquizofrénicos. Resultado: tem um efeito semelhante ao medicamento líder de mercado para tratar esta doença, com a vantagem de ter menos efeitos secundários.
“Uma das hipóteses é existirem bons rapazes e maus rapazes no que diz respeito à cannabis“, explica Markus Leweke, da Universidade de Colónia. Comentando este estudo, na conferência internacional sobre cannabis e saúde mental, em Londres, Robin Murray, do King’s College London, defendeu também que o aumento de casos de patologias mentais nos consumidores pode ser explicado pelo facto de a erva e haxixe à venda na rua ser mais forte do que há umas décadas. E, por isso, ter mais quantidades de THC - a outra substância e a que é mais perigosa.
A THC foi também alvo de estudo. A experiência foi feita pelo Instituto de Psiquiatria de Londres com homens saudáveis entre os 20 e os 50 anos que tinham consumido cannabis menos de 15 vezes ao longo da vida. Tiveram que desempenhar tarefas ao computador enquanto estavam a ser observados. Quando os investigadores monitorizaram a actividade cerebral de pessoas que tinham consumido THC, verificaram que a substância reduz a actividade na parte inferior do córtex cerebral. Esta é a zona responsável pelo controlo dos pensamentos irracionais e do comportamento inapropriado. Por isso, sob os seus efeitos, é mais fácil um indivíduo entrar em estados de paranóia e em psicoses. |

Uma Guerra Perdida

Quando se reunir, em março de 2009, em Viena, para a revisão de dez anos da política global de drogas, a ONU vai encarar um dilema: ou admite que a meta de eliminar ou reduzir drasticamente a produção e o consumo, alcançando uma sociedade “livre de drogas” (estabelecida em 1998), fracassou; ou fecha os olhos para a realidade — consumo e produção aumentaram, bem como a violência associada ao tráfico — e mantém a orientação atual, de criminalização do usuário, a reboque da chamada Guerra das Drogas, liderada pelos Estados Unidos. País que, após mais de 30 anos desta política, se vê na condição de primeiro destino de produção de cocaína e um dos líderes de produção de maconha. Estimado em US$ 322 bilhões anuais, o mercado global de drogas mede forças com a indústria farmacêutica e consome ao menos um terço disso nas estratégias de combate.
— O consenso em Washington é de que a política fracassou, mas não se deve mudá-la ou discuti-la. O debate se “macartiza” — alerta o venezuelano Moisés Naim, diretor da revista americana “Foreign Policy” e autor do livro “Ilícito”, traduzido para 18 idiomas. Ele mediou, semana passada, em Bogotá, a segunda reunião da Comissão Latino-Americana Sobre Drogas e Democracia, criada este ano. O grupo, liderado pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gavíria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México), e composto por membros da sociedade civil, tem por meta apresentar um relatório alternativo.
— O fracasso é inequívoco, a despeito dos enormes custos humanos e financeiros. Estimular novas percepções e atitudes em relação a um tema tão cercado de tabus é um desafio social e cultural de grande magnitude — avalia Fernando Henrique, fundador da comissão. O cientista político holandês Martin Jelsma, do Transnational Institute (TNI), dá uma idéia das dificuldades a serem enfrentadas:
— O relatório preliminar da ONU já esconde as falhas atrás de uma má lição de História: em vez de analisar as metas de dez anos, volta cem anos no tempo e compara a produção de ópio na China no início do século XX com a atual.


Legalizar o pensamento
Da conferência de Bogotá emerge um consenso: as políticas européias, focadas em descriminalização do consumo, penas proporcionais, tratamento diferenciado de viciados e usuários leves, são modelos bem mais produtivos que a orientação da ONU e a política americana.
— Mas falta a esses programas o foco social que uma proposta latino-americana pode trazer — argumenta o antropólogo Rubem Cesar Fernandes, do Viva Rio, ligado à comissão. Da idéia partilham não só militantes de ONGs e sociólogos, mas perfis executivos como o economista colombiano Rafael Pardo Rueda, assessor de Segurança Nacional no período da captura de Pablo Escobar, e pré-candidato à Presidência:
— O caminho é a regulação, mesmo que ainda não exista um projeto global nesse sentido. Isso não significa dizer que as drogas são boas, e sim ganhar controle sobre elas — opina.
— Em grandes cidades afetadas pelas drogas, dependentes e traficantes são vistos com o mesmo grau de intolerância. Uma grave distorção — reflete o filósofo e ex-prefeito de Bogotá Antanas Mockus, escolado em violência urbana. Abordagens flexíveis se espalham pelo mundo. Em Portugal, a posse de drogas não entra mais no sistema judicial. A população carcerária caiu, bem como os óbitos. Na maioria dos países europeus as infrações para quantidades pequenas de maconha (até 30g) não são processadas. Brasil e Colômbia já experimentam, timidamente, a descriminalização, sem que, contudo, se invista numa compreensão maior do ethos do vício. Pequenos cultivos de folha de coca na Bolívia são diferenciados dos celeiros do tráfico, e programas de reinserção têm sucesso em Medellín e Cáli, reduzindo as taxas de homicídios. Idéias de regulação dos mercados ganham corpo, e não é de hoje: Milton Friedman, um dos mais influentes pensadores liberais do século passado, falecido em 2006, liderou uma lista de 500 economistas americanos em apoio a estudos de Harvard sobre os altos custos da proibição de maconha, que indicavam, em caso de liberação, um ganho potencial de US$ 7,7 bilhões/ano e de U$ 6,2 bilhões anuais em taxas, a serem investidos em saúde pública, num modelo semelhante ao do tabaco.
— O Ocidente domesticou o álcool e os cigarros. Com as demais drogas é difícil: por muito tempo, elas foram usadas por grupos vistos como socialmente ou até etnicamente inferiores — analisa o economista
colombiano Francisco Thoumi. Concretamente, a discussão saiu do subterrâneo e a reflexão começa a deixar de ser tabu. Para que, amanhã, não se empunhem cartazes clamando pela “legalização do pensamento”.

Alguns dados
• Nos anos 70, os EUA declararam guerra às drogas. Em 1998,a ONU preconizou “um mundo livre de drogas”
• Desde então,o consumo de maconha e cocaína na América Latina mais que triplicou
• O plantio de coca aumentou de 160 mil hectares a mais de 200 mil e a produção cresceu 20%, apesar das políticas de erradicação. As margens de lucro superam os prejuízos
• O crime organizado associado às drogas continua a se expandir e se sofisticar, corrompendo os poderes e ameaçando a democracia
• O total de usuários regulares de drogas no mundo é estimado em 200 milhões de pessoas
• A maconha é a droga mais consumida (160 milhões), embora o percentual de uso problemático seja reduzido. Anfetaminas e ecstasy já superam cocaína e heroína
• Investe-se muito mais em repressão ao consumo e encarceramento que em prevenção, tratamento, redução de demanda e campanhas educativas
• Com 5% da população mundial, os EUA têm 25% da população prisional do planeta, sendo que meio milhão (1/4) relacionado a drogas
• Ao mesmo tempo, os EUA atingiram a auto-suficiência em produção de maconha para uso doméstico
• A política proibicionista marginalizou indistintamente usuários eventuais e crônicos, de drogas leves ou pesadas, dificultou a abordagem na escola, na igreja e na família, penalizando as classes pobres
• A Europa vem priorizando redução de danos, descriminalização do consumo, distribuição de seringas, tratamento obrigatório de viciados e criação de penas alternativas
• Em países da América Latina como Brasil e Colômbia, uso e posse de pequenas quantidades vêm sendo despenalizados
• Cresce o pensamento com foco nos direitos humanos, no respeito a culturas ancestrais, aos pequenos agricultorers, a modos de cultivo alternativos e programas de reinserção
• Teóricos americanos ultraliberais defendem a legalização de produção, distribuição, venda e uso de todas as drogas
• Os mais moderados defendem a regulamentação da maconha e controle semelhante ao hoje exercido, com sucesso, sobre o uso do álcool e do tabaco
• Teses regulatórias prevêem, através de impostos, migração do capital da droga para campanhas educativas, implemento do controle, inteligência, pesquisa e saúde pública
• Na Califórnia a produção e distribuição de maconha para uso médico já é taxada
• A proibição do álcool entre 1919 e 1933 nos EUA aumentou o consumo e gerou crime e violência, fazendo a glória de vultos como Al Capone. Constatado o fracasso, a emenda foi revogada
• Sete vezes maior que o da maconha, o uso do tabaco cai e o fumo se torna anti-social sem necessidade de repressão ou encarceramento

CONSUMO DE CANNABIS ASSOCIADO A DOENÇA PERIODONTAL

Risco é três vezes mais elevado


Doença das gengivas é a segunda causa mais comum de perda de dentes.
 
O consumo regular de cannabis é uma causa importante de doença periodontal, sugere um estudo publicado no JAMA (Journal of the American Medical Association). Os autores analisaram a saúde oral de mil indivíduos nascidos em 1972 e 1973 e verificou que o consumo continuado de cannabis foi responsável por mais de um terço dos novos casos de doença periodontal naquele grupo aos 32 anos de idade. Os investigadores sublinham que a doença das gengivas é a segunda causa mais comum de perda de dentes e que os consumidores de cannabis têm três vezes mais probabilidade de a desenvolver.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Wallpaper do dia!

Cannabis pode proteger os idosos contra a osteoporose

A cannabis pode travar a progressão da osteoporose em idosos, refere um estudo da University of Edinburgh, no Reino Unido, divulgado pela BBC.

Em testes de laboratório realizados com ratinhos, os cientistas verificaram que a cannabis activava um receptor endocanabinóide CB1 que tem papel crucial no desenvolvimento da doença.

Os investigadores observaram, contudo, que a droga só surtia efeito positivo nos ossos das cobaias mais velhas, dado que, ao activar o CB1, ela diminuía o enfraquecimento ósseo e evitava a acumulação de gordura nos mesmos – este último factor costuma ocorrer em pessoas com osteoporose. Contudo, nos animais jovens foi verificado o fenómeno contrário: a cannabis aumentava o enfraquecimento ósseo.

Embora o estudo seja pioneiro e abra portas para o aparecimento de um tratamento mais eficaz contra a doença, o líder da investigação, Stuart Ralston, ressalvou em declarações à BBC que são necessários mais testes para que seja desenvolvida a fórmula definitiva de um fármaco que não afecte o cérebro.

O cientista reforçou igualmente o facto de o uso de cannabis ser prejudicial. “Um cigarro com mistura de tabaco com cannabis é mau para qualquer faixa etária, tanto para os ossos como para a saúde em geral”. Mais: “Os efeitos psicotrópicos da droga podem aumentar os riscos de queda em pessoas mais velhas e originar possíveis fracturas".

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Wallpaper do dia!

Duplicaram plantações caseiras de 'cannabis'

 

Nos primeiros sete meses do ano, a GNR apanhou mais do dobro da quantidade de 'cannabis' plantada em casas particulares do que no total do ano passado. A apreensão de 500 plantas em Valpaços é a maior de sempre em Portugal
Desde o início de Janeiro até ao final de Julho a GNR apreendeu 65 quilogramas (kg) de 'cannabis' produzidas em plantações caseiras, como vasos em varandas ou quintais. Este volume representa mais do dobro do que foi detectado em todo o ano de 2008, cujas apreensões foram atingiram cerca de 30 kg. Além dos 65 kg (sementes e folhas já secas já prontos para consumo), que valem no mercado perto de 325 mil euros, nos primeiros sete meses deste ano fora apreendidas mais 862 plantas ou pés de cannabis ainda em estado de maturação. Cada planta destas, com cerca de 1,20 metros de altura vale cerca de 300 euros depois de tratada.
Estes valores vão ainda subir muito mais, uma vez que ainda não contemplam a maior apreensão de sempre de uma 'produção doméstica' desta droga, que foi a da passada terça-feira num pinhal em Valpaços (ver texto em baixo e fotos), que se destinava a ser exportada para Espanha. Fora das contas está ainda uma busca feita ontem pelo destacamento de Viana do Castelo,(ver caixa) no âmbito de uma investigação de combate à droga, que durava há seis meses, na qual os militares da GNR encontraram no apartamento de um dos suspeitos um quarto com 130 pés de cannabis em vasos e, noutra divisão da casa, um laboratório todo equipado com a mais moderna tecnologia, para transformação da 'erva' para ser comercializada.
O porta-voz oficial da GNR reconhece que "nas últimas semanas, principalmente neste mês de Agosto, este tipo de apreensões têm sido quase diárias". Um elemento da investigação criminal de Viana do Castelo, que tem estado envolvido em várias destas operações salienta que "a maior parte das plantações se destinam a consumo local, do próprio produtor ou apenas na sua zona, em pequena escala", ao contrário do que aconteceu nas duas últimas apreensões.
Segundo esta fonte, major Vaz Lopes, a maior parte dos 'produtores' são "jovens, alguns estudantes, mas há uma fatia significativa de indivíduos com registo de outros tipos de crime, como o furto".
Vaz Lopes não encontra uma razão concreta para justificar o aumento destas plantações. "Provavelmente porque se trata de uma droga mais leve e mais acessível em termos de preço", afiança, sublinhando, porém, que "a subida das apreensões é resultado da investigação da GNR".
De acordo com dados oficiais desta força de segurança, no primeiro semestre do corrente ano, o número de autos levantados por suspeita de plantações ilegais de cannabis aumentaram 39%.
Segundo o comandante da investigação criminal, tenente-coronel Albano Pereira, só entre Junho e Julho a GNR deteve mais de 20 pessoas suspeitas de cultivarem a planta. Este oficial assinala que a quantidade de plantas, folhas de sementes apreendidas daria para "muitos milhares de doses" e esclarece que se trata de um fenómeno "generalizado" a todo o país "que preocupa as autoridades.
Entre Janeiro e Junho foram levantados 32 autos e detidas nove pessoas. Em Julho foram detidas 13 pessoas. Até à mega-apreensão de terça-feira, umas das maiores tinha sido na zona de Santo Tirso, no âmbito da qual foram identificadas quatro pessoas (três homens e uma mulher) e apreendidas 70 plantas. A PJ não dispõe de valores deste tipo de apreensão. A PSP refere que apreendeu em 2008, cerca de 185 kg de liamba e este ano 3,6 kg, mas não especifica se dizem respeito apenas a plantações 'domésticas'. Segundo a ONU cerca de 190 milhões de pessoas no mundo consomem cannabis.

domingo, 6 de setembro de 2009

7 Mil Evora - Festa Hip Hop 19 Setembro 2009

Vou dizer-vos aqui em curto espaço de tempo que dia 19 de Setembro vai haver a primeira festa de Hip Hop em Évora ( 7MilEvora ).
Participações (até agora):
Mc's:
- Regula
- Sam The Kid (guest)
- X.E.G
- Tekilla
- Sistema Intravenoso
B-BOYS:
- 12 Makakos - B-BOYS
DJ'S:
- Cruzfader
- Glue
- Player
Para mais informações: www.7milevora.com

terça-feira, 1 de setembro de 2009

XLPARTY Oeiras Digital'09



XLPARTY Oeiras Digital’09
Sumol apresenta XLPARTY Oeiras Digital’09:

O maior Festival de entretenimento tecnológico alguma vez realizado em Portugal vai acontecer de 
17 20 de Setembro na Fundição de Oeiras inserido nas comemorações dos 250 Anos do Município de Oeiras.

São esperados mais de 25.000 visitantes durante os 4 dias do Festival e cerca de 1.500 participantes para a área de LanParty.
Depois do sucesso das 10 edições anteriores a organização decidiu apostar forte para proporcionar a todos os participantes um Evento ímpar em Portugal.


As actividades e novidades serão muitas de onde se destacam as seguintes:

XLSounds Oeiras com:

Tara Perdida
Fonzie
Classificados
Quem é o BOB?
Tagus Music Factory (Bandas de Garagem)
Gonçalo Madruga

XLConhecimento, dinamizado por estudantes universitários(Instituto Superior Técnico, Universidade de Aveiro e Universidade de Evora) e conceituados oradores.

XLRadical:
- Parkour
- Skate
- Paintball

- Competições de Desportos Electrónicos.

- Demonstrações de Overclocking e Modding.

- Simuladores, Realidade Virtual e Formula 1.

- Demonstrações de 3D in Games.

- RetroGames.

- Shows de Física.

- Shows de Astronomia.

- Entre muitas outras novidades.


Não percas esta grande oportunidade de demonstrar ao Mundo que em Portugal também se organizam grandes festivais de entretenimento Tecnológico.

XLPARTY Oeiras Digital’09 - Mostra o que vales!
Créditos: www.XLPARTY.com

Música: Discos Reggae

Lone Ranger


Dee Jay Daddy 
Jennifer Lee 
Suzan A Gorgon 
Big Everytime 
Look How She Fat 
Style And Fashion 
Me And Evette 
Noah's Ark 
Jamaica Nice 
Walk Man Connection



Album Style: Dancehall, DJ 
Producer: 
Winston Riley 
Vocals: 
Lone Ranger 
Backing Band: 
The Root's Radics
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Don Drummond

Greatest Hits

01 - Garden of love 
02 - 
Felling Fine 
03 - 
Dearest 
04 - 
Street Corner 
05 - 
Latin Goes Ska 
06 - 
Green Island 
07 - 
Silver Dollar 
08 - 
Let George Do It 
09 - 
Women A Come 
10 - 
Knowck Out Punch 
11 - 
Dr. Decker 
12 - 
Occupation

Album Style: Ska, Instrumental 
Producer: 
Duke Reid 
Recording Engineer: 
Byron Smith 
Horns: 
Don Drummond
Recording: Treasure Isle (Kingston, JA) 
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The Skatalites

Hi-Bop Ska!

01 - Guns Of Navarone 
02 - 
Flowers For Albert 
03 - 
Ska Reggae Hi-Bop 
04 - 
You're Wondering Now 
05 - 
Everlasting Sound 
06 - 
African Freedom 
07 - 
Man In The Street 
08 - 
Split Personality 
09 - 
Renewal 
10 - 
Nelson's Song 
11 - 
Burru Style 
12 - 
Ska Ska Ska
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The Kingstonians

Sufferer

01 - Your Love 
02 - 
Singer Man 
03 - 
Sufferer 
04 - 
Hold Down 
05 - 
I'll Be Around 
06 - 
Winey Winey (Reggae) 
07 - 
The Clip 
08 - 
Rumble Rumble 
09 - 
Come We Go Moonwalk 
10 - 
Complicated Scene 
11 - 
Easy Ride Reggae 
12 - 
Nice Nice
Álbum Style: Rock Steady, Early Reggae, Group Vocal 
Producer: 
Derrick Harriott
Dynamic Sounds (Kingston, JA)